psicose

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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Mestre dos Brinquedos (1989)

Mestre dos Brinquedos (1989)

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ANO: 1989
PAÍS: EUADURAÇÃO: 90 minutosDISTRIBUIDORA: Top TapeDIREÇÃO: David Schmoeller
ELENCO: Paul Le Mat, Jimmie F. Scaggs, Irene Miracle, Robin Frates, Barbara CramptonCARACTERÍSTICAS: Colorido; Legendado
SINOPSE: Grupo de parapsicólogos vai até uma mansão abandonada à procura de antigo segredo 
que dá vida à matéria inanimada. Nessa mansão, são atacados por bonecos que protegem o segredo.


Esse filme é assustador. Muitos não vão concordar comigo pois, hoje em dia se voce assistir vai ver
que nao tem nada de assustador em bonecos que matam pessoas (mesmo que seja das piores maneiras possíveis), mas na minha infância /adolescencia, morria de medo desses bonecos. Enfim, é um otimo
filme pra você que está cansado de ver sempre os mesmos filmes violentos de serial killers. Assustador!


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De O a 10 :
Nota 07


Trailer:


Puppet Master Trailer 1080p from 88 Films on Vimeo.

O Maniaco do Parque

O Maníaco do Parque:

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Em 5 de julho de 1998, a polícia de São Paulo encontrava os primeiros corpos que a levariam a suspeitar de que um serial killer estava à solta. Eram quatro cadáveres de mulheres estranguladas, todos despidos - na verdade, um só de calcinha - de bruços e com as pernas afastadas, posição típica de vítimas de estupro. Todos encontrados, de uma só vez, no Parque do Estado, uma reserva florestal de 550 hectares na Zona Sul de São Paulo, na divisa com o município de Diadema. Como peças de um quebra-cabeça, esses corpos se somariam a outros dois achados, isoladamente, em janeiro e maio daquele ano, quando ainda não se suspeitava de que um maníaco estivesse em ação. Mais dois corpos foram localizados no dia 28 de julho de 1998.

Vasculhando os arquivos da delegacia da região, a 97º DP, investigadores da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) descobriram três casos de tentativas de estupro entre maio de 1996 e dezembro de 1997 no parque. As três mulheres que conseguiram escapar do ataque ajudaram a polícia a fazer um retrato falado daquele que se tornaria o principal e único suspeito dos crimes. O maníaco convencia suas vítimas a ir espontaneamente com ele até o parque.
INFANCIA


Francisco de Assis Pereira tem em sua infância traumas sexuais como a maioria dos Seriais Killer, uma tia materna o teria molestado sexualmente na infância e com isso ele teria desenvolvido uma fixação em seios. Já adulto um patrão o teria seduzido o que levou ao interesse por relações homossexuais e uma gótica teria quase arrancado seu pênis com uma mordida fazendo com ele tivesse medo da perda do membro viril. Além a ocorrência de uma desilusão amorosa marcou sua vida. Você pode até estar pensando “Coitadinho, teve uma vida sofrida. Agora entendo o porquê de tanta violência” Mais antes dos crimes ele também mostrou seu outro lado, Thayná, um travesti com quem viveu por mais de um ano, constantemente apanhava de Francisco recebendo socos no estômago e tapas no rosto, exatamente como algumas das mulheres que sobreviveram relataram. Por conta da “gótica” citada anteriormente ele sentia dor durante o ato sexual, segundo fontes e teses a impossibilidade do prazer é que fez de Francisco o famoso “Maníaco do Parque”.
CRIMES


O Maníaco do Parque, no interrogatório falou que convencê-las era muito simples. Bastava falar aquilo que elas queriam ouvir. Francisco cobria todas de elogios, se identificava como um caça talentos de uma importante revista, oferecia um bom cachê e convidava as moças para uma sessão de fotos em um ambiente ecológico. Dizia que era uma oportunidade única, algo predestinado, que não poderia ser desperdiçado.

Uma denúncia anônima levou ao nome do suspeito. Francisco de Assis Pereira, de 31 anos, morava em Santo André, no ABC Paulista, e, até fugir, trabalhava como entregador (motoboy). No início de 1998, ele tinha sido investigado pelo desaparecimento de uma namorada. O sumiço até hoje não foi esclarecido.
.Francisco Assis Pereira, o Maníaco do Parque.

Em 1995 o motoboy chegara a ser preso por tentativa de estupro em São José do Rio Preto, mas pagou fiança e foi libertado. A primeira prova material contra Francisco foi obtida no dia 24 de julho de 1998: a identidade de uma das vítimas do parque foi achada num vaso sanitário entupido da empresa em que o entregador trabalhava. Várias mulheres reconheceram no retrato falado o rosto do homem que as atacou.

Durante a sua fuga, Francisco foi visto em Ponta Porã (MS) e suspeitou-se de que ele tivesse passado pelo Rio. Fotos suas chegaram a ser espalhadas nos principais parques da cidade.


ENTREVISTA DE MARCELO RESENDE AO MANÍACO






Chico Picadinho

Francisco Costa Rocha

(Chico Picadinho)



Chico Picadinho
, alcunha de Francisco Costa Rocha, foi um assassino em série brasileiro que esquartejou 2 mulheres nos anos de 1966 e 1976. Filho de pai muito severo, sua mãe foi uma mulher que tinha muitos amantes e quase sempre casados.


Crimes


Primeiro crime

Francisco Costa Rocha cometeu seu primeiro assassinato em 1966, quando vivia uma vida muito boêmia, com muita bebedeira e mulheres, também usava drogas. Com o passar do tempo necessitava todos os dias fazer sexo, sair e beber muito. Seu primeiro assassinato seguido de esquartejamento foi em 1966. Sua vitima era Margareth, uma boêmia conhecida de seus amigos. Após passarem em alguns restaurantes e bares, Francisco a convidou para terem relações sexuais. Assim ela aceitou ir ao apartamento, na época dele e de Caio(amigo cirurgião-médico da aeronáutica). Francisco nem chegou a consumar o ato. Após algum tempo, ele começou a ter um jeito violento, e tentou estrangulá-la(de fato o fez), com a mão, e terminou com o cinto. Após ver Margareth morta no quarto, pensou que deveria sumir com o corpo dali. Tirou o trinco da porta do banheiro para melhor locomoção, levou-a, e a deitou de barriga para cima. Usou instrumentos bem rústicos, na realidade, os primeiros que viu pela frente: Gilete, tesoura e faca foram os principais usados. Começou a cortar pelos seios, depois foi tirando os músculos e cortando nas articulações, a fim de que o corpo ficasse menor para poder esconder... Vale ressaltar que Francisco esquartejou Margareth pelo fato de ter medo das ações que viriam após ter causado sua morte, concluindo assim que teria de esconder o corpo. Demorou cerca de 3 a 4 horas até desmembrar a vitima e colocar dentro de uma sacola(pois também sabia que o amigo com quem dividia seu apartamento estaria para chegar). Quando Caio chegou, Francisco disse que tinha uma coisa para contar, e falou que havia matado alguém. Não contou como, nem porque, mas disse que o corpo ainda estava no apartamento. Pediu um tempo para Caio para que pudesse avisar sua mãe e contratar um advogado. De fato, viajou à procura de sua mãe. Ao chegar, avisou uma amiga e não teve coragem de falar o que realmente acontecera, apenas informando que algo de grave havia ocorrido, e pedindo para avisar sua mãe. Ao retornar, seu amigo Caio havia avisado ao delegado de homicídios, que prendeu Francisco, que não reagiu à prisão em momento algum.

Segundo crime

Após ter sido liberado por bom comportamento, Francisco voltou a cometer um esquartejamento, porém, desta vez, destrinchou sua vítima com um cuidado muito maior, e tentou jogar alguns pedaços pelo vaso. A vitima se chamava Suely e tinha vários codinomes. Depois de matá-la e esquartejá-la, tentando fazer com que o vaso levasse partes do corpo, ele não consegue colocar o corpo todo no vaso sanitário, e depois anda com as partes do corpo da moça.
Foi detido e condenado pela primeira vez por ter assassinado e esquartejado uma bailarina. Para se livrar do corpo, colocou os pedaços dentro de uma caixa de papelão em um apartamento alugado em São Paulo, fugindo em seguida para o Rio de Janeiro - ele de fato não fugiu para o Rio de Janeiro, mas avisou seu amigo Caio, e após isso pediu certo tempo para avisar sua família e contratar um advogado. Caio, já sabendo do crime, ficou sem saber ao certo o que devia fazer, e contatou a Delegacia de Homicídios.
Na época, a exibição pela imprensa das fotos de suas vítimas cortadas em pedaços sensibilizou bastante a opinião pública, fazendo com que o criminoso fosse condenado a 30 anos de prisão.
Com imagens reais de arquivos de depoimentos do próprio Chico, Marcelo Rezende mostra como o maníaco matava suas vítimas e conta que ele pode ser solto a qualquer momento. A decisão está nas mãos da justiça.
Tribunal na tv (Chico Picadinho) from tatianagodoi on Vimeo.

Prisão


Por ser considerado perigoso, Chico Picadinho continua preso até hoje, apesar de já ter cumprido a pena máxima prevista pelo Código Penal brasileiro, que corresponde a um período de trinta anos. Hoje, encontra-se no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Arnaldo Amado Ferreira, na cidade de Taubaté.
Estudante de Direito à época dos crimes, Chico Picadinho é um homem muito culto. Até hoje passa seus dias na prisão praticando a pintura. Ao cometer seus crimes, ele agiu sob a influência do romance Crime e Castigo de Dostoiévsky, a quem chamou de Deus numa entrevista. Também é um grande fã da obra de Kafka

O Crime da Mala (1928)

O Crime da mala (1928)


O crime da mala foi um crime ocorrido em 1928 no Brasil, quando o imigrante italiano Giuseppe Pistone assassinou sua esposa Maria Fea e ocultou o corpo em uma mala. O crime ganhou amplo destaque na imprensa da época, o que gerou uma grande comoção entre a população.

O crime

Maria Fea decidiu então escrever uma carta à sogra, revelando toda a verdade sobre os pedidos de dinheiro. Na manhã de 4 de outubro de 1928, Giuseppe descobre a carta. O casal briga, e Pistone sufoca a esposa com um travesseiro. Sem saber o que fazer com o corpo, decide ocultá-lo em uma mala, seccionando o joelho com uma navalha e quebrando o pescoço para que o cadáver coubesse na mesma. Usando endereços e nomes falsos, remete a mala à "Francesco Ferrero", em Bordeaux, França, através do navio Massilia.[3]

No dia 7 de outubro de 1928 a mala é içada a bordo do navio, então atracado no Porto de Santos. Ao ser descarregada, sofre um pequeno impacto, que abre uma fresta na parte inferior e revela um forte mau cheiro. A mala é aberta, e o cadáver, em avançado estado de putrefação, descoberto. Junto a ele, além de algumas roupas da vítima (quinze pares de meia, duas almofadas, duas camisolas, duas saias comuns, uma saia com anágua, um chapéu) e a navalha utilizada no crime, estava um feto de uma menina, com aproximadamente seis meses de gestação.[3][4]

As investigações conduzem a polícia até Giuseppe que, preso, falou que apenas discutira com a mulher e ela morrera de um mal súbito. Após o resultado da autópsia (morte por sufocação ou esganadura) alegou ter cometido o crime por encontrar sua esposa com um amante no apartamento do casal, versão que manteve mesmo após o testemunho de vizinhos, que ouviram a briga na manhã de 4 de outubro.[3] Em 15 de julho de 1931, é condenado a 31 anos de prisão, por homicídio e ocultação de cadáver.

Desfecho

Em 13 de junho de 1944, através de um decreto presidencial, sua pena é comutada para 20 anos de prisão. Pistone é colocado em liberdade condicional em 3 de agosto do mesmo ano, e sua pena é considerada cumprida em 5 de novembro de 1948.[1] Consegue emprego em Taubaté, como zelador de um prédio. Volta a casar-se em 1949, vindo a falecer em 28 de junho de 1956.[1][3]

O corpo de Maria Fea foi sepultado no Cemitério da Filosofia em Santos, e seu túmulo desde então virou alvo de uma espécie de peregrinação religiosa, com fiéis atribuindo a ela diversos tipos de milagres.[2]

A mala encontra-se atualmente em exposição no Museu do Crime, em São Paulo


Mídia

O episódio inspirou a realização de um filme, O Crime da Mala. Dirigido por Francisco Madrigano, foi lançado em 31 de outubro de 1928.[6] O assassinato foi também tema de um episódio especial do programa Linha Direta. Exibido em 2 de junho de 2005, reconstituiu os principais momentos do crime, com Ana Maria Tabalipa no papel de Maria Féa e Gabriel Braga Nunes no papel de Giuseppe Pistone




Museu do Crime

Museu do Crime
Praça Professor Reinaldo Porchat, 219 – 2° andar (Cidade Universitária). Tel: (11) 3039-3460. 13h/17h (terça a sexta) e 9h/12h (último sábado do mês, exceto feriados prolongados). Grátis.

Site oficial


Museu do Crime






O que é?


O Museu da Polícia Civil, mais conhecido como Museu do Crime, reúne cerca de 3 000 itens entre objetos, fotografias, maquetes e instrumentos que mostram ao público um pouco do trabalho da polícia na investigação e apuração de crimes de todos os tipos.

Por que visitar?


Além de conhecer a história de criminosos famosos como o Bandido da Luz Vermelha e Chico Picadinho, é possível entender melhor como trabalha a perícia e a fiscalização policial em presídios, por exemplo. Acidentes de trânsito, incêndios de grandes proporções, como o do Edifício Joelma, e material educativo sobre drogas completam o acervo.

Para quem interessa?


Só vá se tiver estômago forte. Embora as imagens estejam em preto-e-branco, o que teoricamente reduz o impacto, as fotografias dos corpos encontrados pela perícia nas cenas dos crimes impressionam. Se você já assistiu algum filme da série do fim dos anos 70 Faces da Morte (e gostou), de John Alan Schwartz, ou curte episódios de Histórias de Arrepiar (Tales from the Crypt), então o passeio é para você. Menores de 16 anos só entram acompanhados de um responsável.

História


Criado em 1930, o museu faz parte da Academia de Polícia, localizada hoje na Cidade Universitária. O acervo foi criado com a intenção de preservar a história da Polícia Civil e também como apoio à formação e ao aperfeiçoamento dos alunos da instituição.

Por dentro


Antes de estacionar, quem for de carro tem que passar por uma guarita e deixar nome, número da carteira de identidade e placa do veículo. O museu fica no segundo pavimento, algumas plaquinhas indicam o caminho. Na recepção, é necessário preencher um pequeno formulário e, a partir daí, caso você tenha mais de 16 anos, começa a visita. Não é permitido entrar vestindo bermuda ou shorts nem levar alimentos ou bebidas. Fotografar e filmar também estão entre as proibições.


A primeira sala trata da história da Polícia Civil do Estado de São Paulo, com fotos antigas e nomes de oficiais. O destaque é uma antiga viatura, modelo Fusca, de 1963. Perto dali estão expostos objetos de falsificação e fotos de acidentes de trânsito e atropelamentos no início do século XX.


Outro espaço tem painéis explicativos sobre os diferentes tipos de drogas e alguns objetos usados para o tráfico.
Até aí, é tudo bem leve – salvo uma foto ou outra de crianças atropeladas entre as imagens de acidentes no trânsito. Em uma outra sala é possível conhecer um pouco mais sobre os grandes incêndios que aconteceram na cidade como o do Edifício Joelma, em 1974, que deixou mais de 170 mortos.





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Necronomicon -O livro Proibido dos Mortos

NECRONOMICON: O LIVRO PROIBIDO DOS MORTOS


O escritor americano Howard Philips Lovecraft (1890-1937), um dos mais cultuados autores da literatura fantástica de todos os tempos, criador dos famosos "Mitos de Cthulhu", sobre terríveis criaturas horrendas e indizíveis que habitavam nosso planeta em tempos imemoriais e que aguardam ocultas o ressurgimento de sua raça, teve inúmeras de suas histórias filmadas e adaptadas para as telas. Porém, assim como outro mestre do horror moderno, Stephen King, poucos foram os filmes que representaram honrosamente sua marcante obra literária.
Em 1993 foi lançado "Necronomicon, o Livro Proibido dos Mortos" (Necronomicon, EUA), disponível no mercado de vídeo VHS pela HVC, e que tentou novamente mostrar algo da ficção obscura de Lovecraft.
Com excelentes e impressionantes efeitos especiais dos conhecidos especialistas Tom Savini e Screaming Mad George, o filme mostra a trajetória do próprio Lovecraft (interpretado por Jeffrey Combs, de "Reanimator") em busca do ancestral livro dos mortos, o Necronomicon, para pesquisar material para sua literatura.
Ao encontrá-lo, protegido e mantido num misterioso mosteiro por uma ordem clandestina de monges, ele tem acesso a três histórias macabras envolvendo o temido livro.



 
 

O primeiro episódio, The Drowned, fala da tragédia que se abateu sobre uma família sueca, De Lapoer, onde um homem (Richard Lynch) perdeu sua esposa e filho num naufrágio. Revoltado com a perda de sua família, no velório deles volta-se contra Deus e isola-se em sua mansão, localizada à beira de um enorme penhasco, com o mar a rodeá-lo. Recebe então a visita de uma estranha criatura que lhe entrega um livro maldito, o Necronomicon, que em uma de suas passagens descreve uma receita para trazer de volta os mortos. "Não está morto o que em eterno jaz e o tempo até mesmo a morte desfaz. Em seu refúgio, Cthulhu espera, a sonhar", dizia o livro. Sua família revive, porém diferente, e possuídos pelo espírito de Cthulhu, o incita ao suicídio. Sessenta anos depois, um descendente dos De Lapoer (Bruce Payne), retorna à velha casa, e encontrando o Necronomicon, traz de volta à vida sua noiva, morta num acidente de carro e vítima de afogamento. Após descobrir o erro que cometeu, enfrenta o grande Cthulhu num confronto mortal.
Os grandes efeitos na concepção de Cthulhu, tentando descrever o imaginado por Lovecraft, e com elementos típicos do horror como o casarão gótico no alto da montanha e o ritual cabalístico em torno de um pentagrama demoníaco, garantem um bom entretenimento.

Veja as imagens:













A história a seguir, The Cold, baseada no conto "Cool Air" (publicado em 1926), mostra um cientista em meio a experiências de prolongamento da vida. O Dr. Richard Madden (David Warner), ajudado pela sua assistente Lena (Millie Perkins), descobriu uma forma de enganar a morte, utilizando-se de um soro composto pelo líquido espinhal das pessoas. Mas para manter-se eterno, precisa viver enclausurado num apartamento com temperatura baixíssima, e coletando espécimes à força para a extração do líquido espinhal. Os problemas começaram a surgir quando uma jovem garota (Bess Meyer) conhece o cientista e inicia um relacionamento, chegando a engravidar. Após a morte (verdadeira) do Dr. Madden, numa cena de derretimento fantástica (lembrando os melhores momentos de O Incrível Homem que Derreteu / 1977), a garota continua as experiências de seu amante.
Uma grande história de Lovecraft, já filmada antes por Rod Serling num excelente episódio da série de televisão "Galeria do Terror" (1970/1972), porém sem a violência explícita e qualidade dos efeitos especiais vistos aqui.



        


     



Concluindo, o último episódio, Whispers, parece ser o mais insano de todos. Um casal de policiais sofre um acidente numa frenética perseguição de carros. Em meio às ferragens, o homem (Obba Babatunde) é retirado e misteriosamente levado ainda agonizando, para os porões de um velho prédio. A mulher (Signy Coleman) recupera-se do acidente e sai à procura do parceiro, seguindo seu rastro de sangue. Encontra um estranho casal de velhos (Don Calfa e Judith Drake) que a aprisiona levando-a aos subterrâneos secretos do prédio, refúgio de uma raça de seres ancestrais. Muito sangue, corpos desmembrados, mutilações e criaturas indizíveis que parecem emergir de um grande pesadelo.H. P. Lovecraft começou a ser filmado em 1963, com O Castelo Assombrado de Roger Corman e estrelado por Vincent Price, e essa filmografia baseada em sua obra foi pequena até 1985, quando Stuart Gordon fez Reanimator com Jeffrey Combs e muito, muito sangue em profusão. A partir daí então, as produções inspiradas no mestre começaram a se multiplicar velozmente com inúmeras adaptações de seus contos como "From Beyond", "The Lurking Fear", "The Unnamable", "The Case of Charles Dexter Ward", "At the Mountains of Madness", "Dagon" e outros, transformando o autor em um dos mais filmados, juntamente com Stephen King (o recordista), Edgar Allan Poe e Clive Barker.



          






(Necronomicon, EUA, 1993) - 98 min - HVC Vídeo (VHS). Produção: Samuel Hadida e Brian Yuzna. Fotografia: Gerry Lively. Música: Joseph Lo Duca e Daniel Licht. Com Jeffrey Combs, Tony Azito, Juan Fernandez, Brian Yuzna.
Primeiro episódio: The Drowned. Direção: Christophe Gans. Roteiro: Christophe Gans e Brent V. Friedman. Com Bruce Payne, Belinda Bauer, Maria Ford, Richard Lynch.
Segundo episódio: The Cold. Direção:Shusuke Kaneko. Roteiro: Kazunori Ito e Brent V. Friedman. Com David Warner, Bess Meyer, Millie Perkins, Dennis Christopher, Gary Graham, Curt Lowens.
Terceiro episódio: Whispers. Direção: Brian Yuzna. Roteiro: Brent V. Friedman. História de Brian Yuzna e Brent V. Friedman. Com Signy Coleman, Obba Babatunde, Don Calfa, Judith Drake.

De O a 10 : Nota 09


Necronomicon


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Combustão humana espontânea

Combustão humana espontânea





A combustão humana espontânea (CHE) é um fenómeno no qual o corpo de uma pessoa 
entra em combustão, não provocada por uma fonte externa de ignição.
Embora o fenómeno não seja compreendido cientificamente, alguns estudiosos sugerem como 
causa uma reação química do corpo. Modernamente, as duas explicações mais comuns para 
o fenômeno são o chamado "efeito pavio" e um tipo raro de descarga elétrica estática.

História

O primeiro relato conhecido de um caso de CHE é de autoria do anatomista dinamarquês 
Thomas Bartholin que, em 1663, descreveu como uma mulher, em Paris
"foi reduzida a cinzas e fumaça" sem que o colchão de palha em que dormia, 
fosse danificado pelo fogo.
Pouco depois, o francês Jonas Dupont relatou uma série de casos semelhantes, na obra 
"De Incendiis Corporis Humani Spontaneis" (1673).
No segundo quartel do século XIX, M. J. Fontelle reviu alguns casos perante a 
Academia Francesa de Ciências (1833), tendo observado que as vítimas tendiam a ser 
mulheres idosas que consumiam bebidas alcoólicas e que os danos do fogo não se estendiam 
aos materiais inflamáveis próximos ou mesmo no corpo delas.
As centenas de casos de combustão espontânea ocorridas desde aquela época tiveram 
uma característica comum: a vítima sempre era consumida quase completamente pelas chamas, 
usualmente dentro da própria residência, e os médicos legistas presentes relatavam ter sentido 
cheiro de uma fumaça adocicada nos cômodos onde os eventos tinham ocorrido.

Características

Os casos de CHE narrados desde então apresentam algumas características em comum:
  • A vítima é quase completamente consumida pelas chamas, geralmente no interior 
  • da própria residência;
  • Os primeiros a encontrar os corpos carbonizados relatam ter percebido o cheiro 
  • de uma fumaça adocicada nos cômodos onde o fenómeno ocorrera;
  • Os corpos carbonizados apresentam as extremidades 
  • (mãos, pés e/ou parte das pernas) intactas, mesmo que o dorso e a cabeça 
  • estivessem irreconhecíveis;
  • O cômodo onde o corpo é encontrado mostra pouco ou nenhum sinal de fogo, salvo algum 
  • resíduo na mobília ou nas paredes.
Em casos raros:
  • os órgãos internos da vítima permaneciam intactos, enquanto a parte externa era carbonizada;
  • alguns sobreviventes desenvolveram queimaduras estranhas no corpo, sem razão aparente para
  •  tal, ou emanaram fumaça sem que existisse fogo por perto.

Os Assassinatos do lago Bodom



Os Assassinatos do Lago Bodom

O Lago Bodom é um lago localizado na Finlândia, próximo a cidade de Espoo, a 22 quilómetros da capital, Helsínquia. O lago mede aproximadamente três quilômetros de largura e um quilômetro de comprimento. O Lago ficou conhecido pelos assassinatos ocorridos na noite de 4 de Junho de 1960, onde duas meninas estudantes de 15 anos, Irmeli Björklund e Anja Mäki e dois rapazes
eletricistas de 18 anos, Seppo Boisman e Nils Gustafsson, planearam acampar. 
Os jovens chegaram ao seu destino por volta das 5 da tarde e o tempo foi passado a nadar,
pescar e a beber alcoól. 
Na manhã do dia seguinte, três dos quatro jovens foram encontrados brutalmente assassinado: Irmele Björklund, Anja Mäki e Seppo Boisman. Nils Gustafsson foi o único que sobreviveu com alguns ferimentos, tornando-o no principal suspeito, até porque costumava ser violento quando se encontrava bêbado. 
Centenas de pessoas foram interrogadas, e muitos foram os suspeitos mas nunca se conseguiu provar nada e o assassino das "crianças do lago" nunca foi apanhado. 
Em 2003, Markku Tuominem foi nomeado novo investigador do caso, que encontrou evidências contra Nils Gustafsson, o sobrevivente daquela noite. Nils foi preso acusado pelo triplo homicídio, no entanto nada foi provado e Nils foi libertado algum tempo mais tarde, continuando a receber tratamento psiquiátrico. 



Lago Bodom



Children of Bodom é uma banda de melodic death metal finlandesa formada em 1993 pelo guitarrista e vocalista Alexi Laiho e pelo baterista Jaska Raatikainen logo após terem se conhecido na escola.Os temas abordados em suas letras retratam o hediondo assassinato de três jovens durante a madrugada do dia 5 de junho de 1960, às margens do lago Bodom, localizado em Espoo, cidade natal da banda, que também inspirou seu nome atual, além de exprimir sentimentos de ódio, dor e revolta. 



E.T. de Varginha

" E.T. de Varginha "
:: Dia 20 de janeiro de 1996. De madrugada, o casal de trabalhadores rurais Oralina Augusta e Eurico Rodrigues dormem em sua casa, em uma fazenda próxima a estrada que liga Varginha à Três Corações. Eles ouvem os animais inquietos e Eurico resolve verificar o motivo. Quando olha pela janela vê um objeto estranho. Ele chama sua esposa e ficam surpresos com o que vêem. No céu, um objeto cinza sobrevoa o pasto lentamente, a pouco mais de cinco metros do chão. Parece um submarino do tamanho de um microônibus. Solta uma fumaça esbranquiçada, não emite luzes e nem faz barulho. Eurico e Oralina observam mais alguns minutos até o objeto sumir. O dia amanhece e uma garoa fina cobre a cidade. Os pedreiros trabalham numa construção próxima ao bairro Jardim Andere, na zona sul da cidade. Por volta das dez horas da manhã a garoa parou e a cidade assistia uma enorme movimentação policial em direção ao bosque, a poucos metros do bairro. Três e meia da tarde. Liliane, Valquíria e Kátia voltam para casa, depois de irem ao centro de Varginha, passear. Para cortar caminho, resolvem percorrer a trilha de um terreno baldio no bairro Jardim Andere. De repente, Liliane Fátima Silva, 16 anos, olha à esquerda e grita. Ao passarem próximo ao murro do terreno, as jovens se deparam com uma criatura estranha, com três saliências na cabeça e pele viscosa está a cerca de sete metros de distância. A criatura está agachada, com os braços compridos no meio das pernas. Os olhos são enormes e vermelhos.

O extraordinário relato de um contato alienígena mobiliza ufólogos e envolve o Exército numa acusação de sequestro

CARLOS FENERICH
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Liliane, Valquíria e Kátia, as três jovens que disseram ter visto o ET: "Não era bicho nem gente, era uma coisa horrível."

Nota

Uma testemunha ocular do famoso "Incidente em Varginha" conta seu relato incrível sobre o que presenciou naquele janeiro de 1996. Essa testemunha participou da operação militar que encontrou o ET. Sua riqueza de detalhes é incrível. Fatos que nunca imaginávamos ou que não nos eram divulgados. Esse relato estava no fórum do site, mas achei interessante publucá-lo em uma área de maior vizualização.

Sua identidade é mantida em sigilo.



Ilustração de como seria o ET de Varginha "Eu servia na escola de Sargentos das Armas em Três Corações no ano de 1996. Estava em casa, quando recebi ordens para me dirigir rapidamente para o quartel. Eu era do Pelotão de Operações Especiais e aquele tipo de chamado era comum. Fui um dos primeiros a chegar no quartel. Embarcamos em uma viatura, com efetivo de 04 soldados, 03 sargentos, 02 oficiais e rumamos para a cidade de Varginha. Ninguém nos dizia o que estava acontecendo. Não sabíamos, até então, para onde íamos e qual era nossa missão.

Recebemos ordens para desembarcar perto de uma mata na periferia da cidade. Fomos divididos em dois grupos, um faria a captura e o outro faria a segurança. A ação foi rápida. Entramos na mata e cercamos o animal.

Até então tudo parecia uma missão simples. Um companheiro chegou a reclamar "P... m..., me chamar em casa para pegar bicho!?". Ao nos aproximarmos percebi que o animal era totalmente diferente de tudo que eu já tinha visto na minha vida. Todos ficaram assustados com a estranheza do tal "bicho".

Chegamos a pensar que era uma simulação, algo para testar nossa reação. Capturamos a criatura facilmente pois a mesma não esboçou qualquer reação. Neste momento fomos surpreendidos por uma segunda criatura que apareceu, e veio em nossa direção de uma forma ameaçadora. Um dos soldados, que fazia segurança se assustou, disparou o fuzil e acertou a criatura. Recolhemos as duas criaturas e colocamos na viatura.

A história sobre Et, fiquei sabendo pela TV. Até uns dois anos depois do ocorrido, mesmo tendo participado do fato, nunca acreditei na versão da mídia e sim na versão apresentada. A semelhança das criaturas com um macaco dava sentido a versão do Exército. Elas eram muito parecidas com o macaco aranha, um macaco da região amazônica. O tamanho, os membros alongados, a falta do polegar na mão, entre outros detalhes. A estranha aparência humana também fazia sentido, pois a criatura não tinha pelos. A pele da que estava viva era extremamente clara e da outra um pouco mais escura. A cabeça era um pouco desproporcional ao restante do corpo e o rosto lembrava uma criança recém nascida, apesar do nariz ser bem pequeno e chato, semelhante ao do macaco em questão. Fiquei na duvida sobre o sexo das criaturas, pois não era possível ver a genitália dos seres, mas a massa corporal do que estava morto era bem maior do que o outro, o que nos fez pensar que o morto era macho e o vivo uma fêmea. Na versão oficial a criatura se tratava de um animal, mas alguns detalhes me levaram a crer que o ser possuía inteligência.

Exemplo disso foi quando meu companheiro apontou a arma para a criatura e esta tomou uma postura defensiva, colocando as mãos protegendo o rosto. Percebi também que o ser olhava de maneira desconfiada para o sargento que falava num tom mais alto e que lhe apontou a arma. Ela também olhava para o outro ser morto mostrando um certo pesar, e em determinado momento começou a emitir um som que não seria especulação dizer que era um choro. A prova mais incrível da sua racionalidade foi quando retirei da minha mochila uma manta de velame (um pedaço de pano de pára-quedas) e a cobri. Seu olhar de agradecimento foi algo totalmente humano. Com o tempo outros fatos me fizeram acreditar que eu estava no meio de uma conspiração, pois os quatro soldados deram baixa antes do tempo, e nunca mais tive noticias dos mesmos.




E difícil dizer o que realmente aconteceu naquele dia. Na verdade não sei dizer se aquela criatura era realmente um ser de outro planeta.
Ainda estou na ativa e por isso preciso ficar no anonimato, mas futuramente pretendo escrever um livro e fazer revelações surpreendentes, inclusive sobre a versão oficial. Nos últimos anos venho guardando vários documentos que podem comprovar vários fatos que narrei e de alguns fatos que preferi ocultar e revelar posteriormente. "
Por Autor Anônimo

A Maldição do Edificio Joelma

" A Maldição do Edificio Joelma "

:: O Edifício Joelma, um dos mais imponentes prédios do centro de São Paulo, ardeu em chamas por mais de quatro horas no dia primeiro de fevereiro de 1974. O resultado desta tragédia foram 345 feridos e 189 mortos. Até hoje especialistas garantem que o lugar é cercado por uma estranha energia espiritual. Segundo testemunhas, o Edifício Joelma carrega uma maldição. Em 1948, existia uma casa onde hoje é o Edifício Joelma. Nela morava o professor de química, Paulo Camargo, 26 anos, junto com sua mãe e duas irmãs. Paulo assassinou a tiros a mãe e as irmãs e enterrou os corpos em um poço que mandara construir no quintal da casa. Depois, Paulo suicidou-se. A polícia trabalhou com duas hipóteses para o crime. A primeira é que a família teria rejeitado uma namorada dele. A segunda é que Paulo teria matado a mãe e as irmãs porque elas portavam graves problemas de saúde e ele não queria cuidar delas. O mistério da morte de toda a família nunca foi desvendado. Depois do resgate dos corpos, um bombeiro acabou também se tornando vítima da maldição e morreu de infecção cadavérica. O triplo assassinato seguido de um suicídio abalou a população de São Paulo e ficou conhecido como O Crime do Poço. O lugar ganhou fama de mal-assombrado. Em 1972, a casa deu espaço a um prédio moderno de 20 andares. Era o Edifício Joelma. Por causa do Crime do Poço, a numeração da rua foi modificada, mas a maldição não foi esquecida. A processadora de dados, Volquimar, 21 anos, e seu irmão Álvaro trabalhavam no prédio. No dia 1º de fevereiro de 1974, às 8h45 da manhã, um curto circuito no ar condicionado do prédio deu início ao incêndio. Sem ter para onde fugir, as pessoas entraram em pânico. O calor chegou a 700ºC e muitos se jogaram do alto do edifício. O fogo praticamente destruiu o Joelma. Faltou água nos carros do Corpo de Bombeiros e a escada Magirus só conseguiu atingir uma parte do edifício. Volquimar morreu asfixiada por causa da fumaça e seu irmão Álvaro conseguiu sobreviver. Treze pessoas tentaram escapar pelo elevador, mas não conseguiram se salvar. Os corpos não foram identificados e acabaram sendo enterrados lado a lado no cemitério São Pedro, na capital. Os treze corpos deram origem ao mistério das treze almas e a elas são atribuídos milagres. Em 1979, a história de Volquimar se transformou em filme e durante as filmagens ocorreram fenômenos misteriosos. A cena da morte das personagens foi registrada por um fotógrafo. Quando reveladas, as fotos mostravam rostos de pessoas que não estavam nas filmagens. Depois do incêndio, o Edifício Joelma ficou quatro anos interditado para obras. Quando reaberto, ele foi rebatizado com o nome de Praça da Bandeira. Segundo testemunhas, os espíritos dos mortos vagam pelo prédio até hoje. O Edifício Joelma tem dezenas de salas vazias, mas a tentativa de livrar o local dos espíritos continua. As histórias em torno do antigo Joelma ainda são um grande mistério. Uns acreditam, outros duvidam e alguns têm certeza de que tudo é verdade.

Sexta-Ffeira, dia 1º de fevereiro de 1974
Há quase trinta anos um incêndio parou São Paulo. Era sexta-feira, 1º de fevereiro de 1974, e aproximadamente 756 pessoas distribuíam-se pelos 25 andares do Edifício Joelma (hoje nomeado Edifício Praça da Bandeira), localizado no nº 225 da Avenida Nove de Julho, Praça da Bandeira, região Central de São Paulo - Brasil.
Por volta das 08:50 horas um funcionário ouviu um ruído de vidro rompendo, proveniente de um dos escritórios do 12º andar. Foi até lá para verificar e constatou que um aparelho de ar condicionado estava queimando. Foi correndo até o quadro de luz daquele piso para desligar a energia; mas ao voltar encontrou fogo seguindo pela fiação exposta ao longo da parede. As cortinas se incendiaram e o incêndio começou a se propagar pelas placas combustíveis do forro. Correu para apanhar o extintor portátil, mas ao chegar não conseguiu mais adentrar à sala, devido à intensa fumaça. Subiu as escadas até o 13º andar, alertou os ocupantes e ao tentar voltar ao 12º pavimento, encontrou densa fumaça e muito calor. A partir daí o incêndio, sem controle algum, tomou todo o prédio. Foram feitas várias corridas de elevadores até que a atmosfera permitisse, salvando muitas pessoas; porém uma ascensorista na tentativa de salvar mais vidas, após as condições ficarem muito ruins, morreu no 20º andar.


Fotos do Edifício Joelma em chamas no dia 1º de Fevereiro de 1974

LINHA DIRETA MISTÉRIO: EDIFÍCIO JOELMA