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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Museu do Crime

Museu do Crime
Praça Professor Reinaldo Porchat, 219 – 2° andar (Cidade Universitária). Tel: (11) 3039-3460. 13h/17h (terça a sexta) e 9h/12h (último sábado do mês, exceto feriados prolongados). Grátis.

Site oficial


Museu do Crime






O que é?


O Museu da Polícia Civil, mais conhecido como Museu do Crime, reúne cerca de 3 000 itens entre objetos, fotografias, maquetes e instrumentos que mostram ao público um pouco do trabalho da polícia na investigação e apuração de crimes de todos os tipos.

Por que visitar?


Além de conhecer a história de criminosos famosos como o Bandido da Luz Vermelha e Chico Picadinho, é possível entender melhor como trabalha a perícia e a fiscalização policial em presídios, por exemplo. Acidentes de trânsito, incêndios de grandes proporções, como o do Edifício Joelma, e material educativo sobre drogas completam o acervo.

Para quem interessa?


Só vá se tiver estômago forte. Embora as imagens estejam em preto-e-branco, o que teoricamente reduz o impacto, as fotografias dos corpos encontrados pela perícia nas cenas dos crimes impressionam. Se você já assistiu algum filme da série do fim dos anos 70 Faces da Morte (e gostou), de John Alan Schwartz, ou curte episódios de Histórias de Arrepiar (Tales from the Crypt), então o passeio é para você. Menores de 16 anos só entram acompanhados de um responsável.

História


Criado em 1930, o museu faz parte da Academia de Polícia, localizada hoje na Cidade Universitária. O acervo foi criado com a intenção de preservar a história da Polícia Civil e também como apoio à formação e ao aperfeiçoamento dos alunos da instituição.

Por dentro


Antes de estacionar, quem for de carro tem que passar por uma guarita e deixar nome, número da carteira de identidade e placa do veículo. O museu fica no segundo pavimento, algumas plaquinhas indicam o caminho. Na recepção, é necessário preencher um pequeno formulário e, a partir daí, caso você tenha mais de 16 anos, começa a visita. Não é permitido entrar vestindo bermuda ou shorts nem levar alimentos ou bebidas. Fotografar e filmar também estão entre as proibições.


A primeira sala trata da história da Polícia Civil do Estado de São Paulo, com fotos antigas e nomes de oficiais. O destaque é uma antiga viatura, modelo Fusca, de 1963. Perto dali estão expostos objetos de falsificação e fotos de acidentes de trânsito e atropelamentos no início do século XX.


Outro espaço tem painéis explicativos sobre os diferentes tipos de drogas e alguns objetos usados para o tráfico.
Até aí, é tudo bem leve – salvo uma foto ou outra de crianças atropeladas entre as imagens de acidentes no trânsito. Em uma outra sala é possível conhecer um pouco mais sobre os grandes incêndios que aconteceram na cidade como o do Edifício Joelma, em 1974, que deixou mais de 170 mortos.





04:40 VIDEO DIVULGAÇAO

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